Quando as avezinhas, inertes, deixarem de trinar
E as árvores caírem;
Quando o sol se afastar e a terra deixar de iluminar
E as estrelas fugirem;
Quando o mar se enfurecer e a terra galgar
E os diques abrirem;
Quando a chuva caír e o vento rugir
E os prédios ruírem;
Quando o homem, ao acordar do seu torpor,
Se aperceber que destruíu em horas,
Séculos de civilização,
Erguerei aos céus meus olhos dilatados de horror
E murmurarei então ...
"Perdoai-nos Senhor"
Fernando J
sábado, 9 de fevereiro de 2008
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