sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Mudanças climáticas

O que podemos entender por “mudanças climáticas”?

Ao longo de tempos imemoriais, o nosso planeta sofreu diversas mutações provocadas pelas constantes e significativas mudanças ambientais.. Não podemos culpar o homem, porque nessa altura ainda não existia a raça humana.

No entanto, com o desenvolvimento tecnológico atual, o homem, na sua ânsia de se aperfeiçoar, descurou o meio ambiente onde se encontra inserido e optou pelo desenvolvimento desregrado, tendo desrespeitado as mais elementares regras de equilíbrio ambiental, que julgava imutável.

E assim, assistimos, passivamente, à extinção de diversas espécies animais e, num futuro muito próximo, à luta pela nossa própria sobrevivência.

Fazem-se reuniões dos países ditos “ricos”, que esperam sempre que os outros abdiquem da emissão de gases tóxicos para a atmosfera, mas que se recusam fazê-lo porque isso poria em risco o conceito da sua supremacia e riqueza.

Thomas Hobbes, filósofo inglês, disse e, muito bem, que o “homem é o lobo do homem” e isso está a verificar-se constantemente.

A problemática das alterações climáticas faz parte apenas das capas dos jornais, pois ninguém leva muito a sério o que se está a passar!

É o aquecimento global, com o desaparecimento da camada de ozono, que é um escudo que nos protege dos raios ultravioletas emitidos pelo sol.

São as calotes de gelo que se separam dos pólos e fazem a sua aparição em locais que nos surpreendem.

São as cidades que irão desaparecer engolidas pela subida dos oceanos.

É a população das grandes cidades que já respira uma mistura de oxigénio com gás carbónico, devido à emissão desenfreada de gases provenientes dos milhões de automóveis.

O próprio ser humano prefere respirar os gases dos carros que os precedem, nas longas filas que se formam nas cidades, a ter que deixar o carro em casa e utilizar os transportes públicos, o que diminuiria substancialmente essas emissões.

É o tal “status”, a vaidade e o desprezo por aqueles que são obrigados a respirar o que os outros produzem.

Se não nos unirmos, se não fizermos ouvir a nossa voz contra os “donos do mundo”, os nossos filhos e netos irão assistir ao fim de uma civilização arduamente conquistada

Fernando J

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