domingo, 1 de setembro de 2019
Educação vs Respeito
Ninguém é de ninguém, mas o respeito é de todos.
Se não houver respeito, o vazio aproveita-se da situação.
É o respeito que dá lugar á educação e, se não houver um, não há o outro.
Fernando J
quinta-feira, 21 de março de 2019
DEIXA-OS POUSAR!
Há já alguns anos contaram-me uma 'estória' que, alterando o texto e as devidas proporções, tem certas semelhanças com a nossa realidade.
Começava assim. Era uma vez um produtor de galináceos que estava bastante descontente com o galo que tinha na sua capoeira, pois o dito desprezava as galinhas e apenas se queria autopromover, utilizando as mais diversas poses e ostentando as suas belas penas.
Isso estava a dar um prejuízo enorme ao criador, que via a sua renda diminuir consideravelmente, porque não podia vender a sua produção, pois as galinhas não eram galadas e, assim, não havia pintos e, por consequencia, galos para vender.
Lembrou-se de perguntar a um vizinho amigo, pois os vizinhos nem sempre são amigos, se ele não o poderia ajudar, emprestando-lhe um galo que fosse viril e desempenhasse a sua função para com as galinhas.
O amigo emprestou-lhe um galo lindo, muito colorido, cheio de penas e presunção não lhe faltava.
O agricultor bastante entusiasmado, agradeceu e levou o galo para a sua capoeira, pensando que, desta vez, as galinhas não se podiam queixar. Mas depressa se desiludiu, pois as galinhas não eram galadas e os pintos não apareciam.
Voltou novamente ao amigo e escolheu um outro galo, menos soberbo, mas o resultado foi o mesmo.
Já aborrecido, foi novamente ao amigo e explicou-lhe que os galos só queriam ser admirados e não cumpriam o serviço para que estavam destinados.
Então, o amigo e colega mostrou-lhe um galo, completamente raquítico, quase sem penas, com o pescoço rapado e disse-lhe para levar o Jeremias.
O homem olhou para aquela espécie de galináceo e, numa última tentativa, levou-o para a sua capoeira.
Qual não foi o seu espanto, quando viu que o Jeremias, demonstrando toda a sua virilidade, começou a galar tudo quanto era galinha e, quando já não havia mais, galava ovelhas, cabras, gatas e até vacas!
O homem ficou tão entusiasmado, que só tinha olhos para o Jeremias!
Um dia, há sempre um dia nas nossas vidas, deu pela falta do Jeremias.
Com lágrimas nos olhos, ele procurou o Jeremias por todo o lado, mas ele não aparecia.
Procurou por todo o lado, mas de Jeremias, nada.
Até que descobriu um ponto negro, lá bem ao longe, num terreno que até já tinha esquecido.
Foi-se aproximando e descobriu o Jeremias, de papo para o ar com aspeto de morto e bastantes abutres sobrevoavam a sua carcaça.
Ia tendo um ataque cardíaco, até que o Jeremias, abrindo um olho e focando os abutres, lhe disse baixinho, DEIXA-OS POUSAR!
É isso, quando certas pessoas zumbem á nossa volta, bolsando intrigas e aleivosias ... É SÓ DEIXÁ-LAS POUSAR!.
Começava assim. Era uma vez um produtor de galináceos que estava bastante descontente com o galo que tinha na sua capoeira, pois o dito desprezava as galinhas e apenas se queria autopromover, utilizando as mais diversas poses e ostentando as suas belas penas.
Isso estava a dar um prejuízo enorme ao criador, que via a sua renda diminuir consideravelmente, porque não podia vender a sua produção, pois as galinhas não eram galadas e, assim, não havia pintos e, por consequencia, galos para vender.
Lembrou-se de perguntar a um vizinho amigo, pois os vizinhos nem sempre são amigos, se ele não o poderia ajudar, emprestando-lhe um galo que fosse viril e desempenhasse a sua função para com as galinhas.
O amigo emprestou-lhe um galo lindo, muito colorido, cheio de penas e presunção não lhe faltava.
O agricultor bastante entusiasmado, agradeceu e levou o galo para a sua capoeira, pensando que, desta vez, as galinhas não se podiam queixar. Mas depressa se desiludiu, pois as galinhas não eram galadas e os pintos não apareciam.
Voltou novamente ao amigo e escolheu um outro galo, menos soberbo, mas o resultado foi o mesmo.
Já aborrecido, foi novamente ao amigo e explicou-lhe que os galos só queriam ser admirados e não cumpriam o serviço para que estavam destinados.
Então, o amigo e colega mostrou-lhe um galo, completamente raquítico, quase sem penas, com o pescoço rapado e disse-lhe para levar o Jeremias.
O homem olhou para aquela espécie de galináceo e, numa última tentativa, levou-o para a sua capoeira.
Qual não foi o seu espanto, quando viu que o Jeremias, demonstrando toda a sua virilidade, começou a galar tudo quanto era galinha e, quando já não havia mais, galava ovelhas, cabras, gatas e até vacas!
O homem ficou tão entusiasmado, que só tinha olhos para o Jeremias!
Um dia, há sempre um dia nas nossas vidas, deu pela falta do Jeremias.
Com lágrimas nos olhos, ele procurou o Jeremias por todo o lado, mas ele não aparecia.
Procurou por todo o lado, mas de Jeremias, nada.
Até que descobriu um ponto negro, lá bem ao longe, num terreno que até já tinha esquecido.
Foi-se aproximando e descobriu o Jeremias, de papo para o ar com aspeto de morto e bastantes abutres sobrevoavam a sua carcaça.
Ia tendo um ataque cardíaco, até que o Jeremias, abrindo um olho e focando os abutres, lhe disse baixinho, DEIXA-OS POUSAR!
É isso, quando certas pessoas zumbem á nossa volta, bolsando intrigas e aleivosias ... É SÓ DEIXÁ-LAS POUSAR!.
sábado, 3 de março de 2018
A problemática do ovo e da galinha
Desde há longas décadas que, para evidenciar uma questão insolúvel, se discute e compara o aparecimento em primeiro lugar, do ovo ou da galinha.
Até grandes criadores de aves, como vi já na televisão, sustentam que foi o ovo que deu origem á galinha que hoje conhecemos.
No entanto e levando em consideração a teoria do cientista Charles Darwin sobre a evolução das espécies, facilmente chegamos á conclusão que foi a galinha que evoluiu a partir de outras espécies e se tornou na ave que hoje conhecemos.
Aliás, também não se compreendia que o ovo aparecesse sozinho, vindo do nada!
Vem isto a propósito, ou não, de que gosto mais de um bom frango no churrasco do que um ovo frito e lá vem novamente a pergunta, é melhor comer primeiro o frango ou o ovo? Como já não temos cá o Charles Darwin é melhor comer os dois juntos, para não restarem dúvidas.
Tudo na Paz.
Fernando J
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
PÉROLAS DA HISTÓRIA
Por aquilo que tenho ouvido e
apreciado ultimamente, tudo o que aprendemos nas escolas, com tanto sacrifício,
não passam de acontecimentos mal esclarecidos que só serviram para nos enganar.
Senão vejamos. Segundo uma
reunião de sábios cientistas, que está a decorrer não sei onde, estão chegando á conclusão que o planeta
Terra é plano, o que, obviamente, põe em causa a viagem de circum-navegação do
portugues Fernão de Magalhães que confirmou o que já se esperava. Era redondo!
Pelo que me ensinaram a viagem
começou em San Lúcar, atravessaram o Atlantico, descobriram um canal que o ligava ao Pacifico, a que deram
o nome de Estreito de Magalhães, foram sempre em frente até ás Molucas (hoje
Filipinas) e aí o Fernão deu-se mal, pois morreu em combate. A frota continuou
em frente e foram parar onde tinham saído, San Lúcar de Barrameda.
Estava provado que o planeta era
uma redondo. Ficou provado até agora, pois parece que o Fernão , que não tinha
GPS, em algum lugar voltou para trás e então alcançou novamente San Lúcar. É o
que tentam provar os doutos cientistas.
Assim, fico em dúvida com os
outros protagonistas da HISTÓRIA.
Fernando J
Fernando J
domingo, 20 de novembro de 2016
A Gamela
Homem mui velho e já tonto,
Um filho casado e um neto
Debaixo do mesmo teto,
Nos diz um conto,
Viviam.
Juntos, porém, não comiam.
O velho, pois que a tigela
Quebrava
E o caldo entornava,
Comia numa gamela
De pau, e fora
Da mesa!
Com aspereza
Era tratado
Pelo filho, e pela nora
Desprezado.
Um dia, ao canto da casa,
Estando o neto entretido
(Era ainda pequenote)
Muito atento a ver se vaza,
Com uma goiva e um serrote,
Um pedaço de madeira,
Interrompido
Pelo pai foi, que indagou
O fim de tal brincadeira
-"Aqui estou"
-Lhe responde o inocente,
A fazer uma gamela,
Qual aquela,
Em que come meu avo,
Para meu pai comer nela
Quando for velhinho e demente"
Um filho casado e um neto
Debaixo do mesmo teto,
Nos diz um conto,
Viviam.
Juntos, porém, não comiam.
O velho, pois que a tigela
Quebrava
E o caldo entornava,
Comia numa gamela
De pau, e fora
Da mesa!
Com aspereza
Era tratado
Pelo filho, e pela nora
Desprezado.
Um dia, ao canto da casa,
Estando o neto entretido
(Era ainda pequenote)
Muito atento a ver se vaza,
Com uma goiva e um serrote,
Um pedaço de madeira,
Interrompido
Pelo pai foi, que indagou
O fim de tal brincadeira
-"Aqui estou"
-Lhe responde o inocente,
A fazer uma gamela,
Qual aquela,
Em que come meu avo,
Para meu pai comer nela
Quando for velhinho e demente"
Acrescenta mais o conto.
Revirou
O coração
Ao pai aquela lição,
Cuidadoso e respeitoso,
Desde então,
Tratou
Do velhinho tonto.
Revirou
O coração
Ao pai aquela lição,
Cuidadoso e respeitoso,
Desde então,
Tratou
Do velhinho tonto.
Filhos que não respeitais
Vossos pais,
Se alguma dia vos couber
Filhos ter,
Como heis-de neles achar
Quem vos saiba respeitar.
Vossos pais,
Se alguma dia vos couber
Filhos ter,
Como heis-de neles achar
Quem vos saiba respeitar.
Henrique O'Neill
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Burro ... ou talvez não.
Há muita gente que chama ¨burro¨, com sentido pejorativo, a quem não concorda com as suas ideias julgando que está a insultar, quando, na realidade, está a elogiar.
Porque o burro é um animal inteligente e, quem os utiliza como veículo de transporte ou de carga, sabe perfeitamente o quanto ele é sabido, útil e individualista.
O burro tem a sua personalidade e muito se engana quem o julga passível e de se submeter a ordens que não lhe convenham ou tentem inverter as suas convicções. Ele logo responderá com um bom par de coices, capazes de derrubar o mais ousado.A única coisa que o faz desorientar é o zurro de uma burra! Aí sim; ele vai atrás do som até encontrar a companheira e não quer saber dos inconvenientes que tal atitude possa provocar. Isto não é ser asno! Isto é ser inteligente!
Fernando J
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Opiniões polémicas
Tenho verificado que, uma
minoria da comunicação social brasileira escrita, se entretém a inventar
‘estórias’ descabidas em relação aos portugueses, tentando denegrir a
heroicidade de um povo que deu a conhecer mundos ao mundo e, pelos vistos, se
acha inferiorizada, por terem sido os portugueses a fazer tal façanha.
Não sei com que intenções, mas
sei que é grave a deformação da história de um povo.
Agora acabo de ler, num livro
escolar, portanto destinado à educação dos jovens brasileiros, uma infinidade
de fantasias escritas por um jornalista que tem a veleidade de chamar colega a
Pero Vaz de Caminha, que como toda a gente sabe, foi escriba, jornalista,
escritor, ou como lhe queiram chamar, que deu a notícia do descobrimento ou
achamento da Ilha de Vera Cruz.
E a sua sandice vai ao ponto
de o chamar mentiroso, cabra sem vergonha e bajulador , baseado em fatos que
ele próprio inventou.
Ou não leu, ou interpretou mal
a carta que Caminha enviou ao rei, pois ele não fala do Brasil com nenhuma
indignidade, antes pelo contrário, até porque o Brasil só começou a ser chamado
assim, a partir de 1527.
´E de estranhar que os autores
do livro tenham deixado passar tamanha anomalia, chamando-a de ‘Opinião
polémica’.
No entanto, essa opinião
polémica lá está impressa, talvez no sentido de causar dúvidas.
Num outro livro da História do
Brasil, fiquei a saber que foi Cristóvão Colombo que apelidou de índios os povos do Brasil
(?), porque julgou que tinha chegado à India, o que faz pensar que foi ele que
descobriu (achou) o Brasil.
A mim pouco me interessa saber
quem descobriu ou achou o Brasil. Sou português, estou casado com uma
brasileira, o país é maravilhoso, sinto-me bem aqui, mas é sempre bom repor a
verdade.
Fernando J
Fernando J
Subscrever:
Mensagens (Atom)