segunda-feira, 29 de julho de 2013

I had a dream!



Um dia destes sonhei que estava a viver num país imaginável, onde todos os dias eram explodidas as caixas eletrônicas dos bancos, onde os policiais eram presos por matarem bandidos e os bandidos ilibados de todas as culpas, onde os menores assassinavam e estupravam indiscriminadamente sem serem presos e continuavam a matar e a estuprar, onde as esquadras da polícia eram cercadas e assaltadas por bandidos com armas modernas, para poderem explodir os bancos mais livremente, onde os policiais eram caçados impiedosamente pelo fato de serem defensores da lei.
E sonhei também que havia países nos quais as máquinas eletrônicas bancárias nunca eram violadas, porque estavam equipadas com dispositivos que lançavam tinta vermelha sobre as cédulas, e que só aprendizes de bandidos inexperientes as tentavam assaltar. E havia máquinas  dentro dos bancos, nos supermercados, nas repartições públicas, nas papelarias e até, vejam só ... encravadas nas paredes de alguns edifícios!
Quando acordei do pesadelo, pensei para mim: “Livra! Ainda bem que foi só um sonho!”!”.  

                   Fernando J

sábado, 13 de abril de 2013

Justiça vs Economia


 Sendo a Justiça representada por uma balança de dois pratos, devidamente equilibrados e com a deusa Témis de olhos vendados, a Economia, representada pela mesma balança, não tem qualquer deusa que a apoie.
Assim, quando um dos pratos desce, por diminuição de impostos, juros, etc., ninguém sabe, não vê ou não quer ver, o outro prato a subir.
E, quanto mais baixa um prato, mais sobe o outro e, esse prato que vai subindo, tem o esquisito nome de inflação, o que quer dizer que o custo de vida vai subindo ... silenciosamente.

Entra aqui a conhecida "Lei da Oferta e da Procura", pois, quanto mais poder de compra houver, mais sobem o consumo e os preços de bens apetecíveis e supérfluos, importados na sua maioria.
E aumentam as importações em prejuízo das exportações.
Para tentar equilibrar a balança, há que reduzir despesas, cortando nos bens essenciais, diminuindo os investimentos públicos e aumentando o desemprego.
Vemos  economistas excelentemente competentes por formação e extraordinariamente mentirosos por
obrigação.
É! Quando a balança se desequilibra, não há deusa que suporte a Economia!

            Fernando J